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A Galeria Municipal do Porto apresenta um programa regular de exposições e eventos dedicados à arte contemporânea, desenvolvendo projetos também nos domínios do design e da arquitetura. Com a missão de apresentar exposições que promovam uma reflexão sobre as tendências artísticas e discursivas da prática contemporânea, a Galeria Municipal do Porto promove debate, investigação e disseminação de ideias em torno das artes.
Desde que reiniciou a sua atividade em 2014, a Galeria Municipal do Porto tem colaborado com parceiros nacionais e internacionais na programação e comissariado de exposições, performances e debates, estimulando envolvimento a longo prazo através do seu projeto educativo e publicações.
A Galeria Municipal do Porto é um espaço com entrada livre e conta com a Fundação EDP como mecenas principal.
Os projetos expositivos da Galeria Municipal do Porto são comissariados pela Câmara do Porto

Equipa

Presidente e Responsável pela Cultura
Rui Moreira

Direção Artística
Guilherme Blanc

Direção Executiva
Sílvia Fernandes

Curadora Assistente
Sofia Lemos

Coordenação de Produção
Patrícia Vaz

Apoio à Curadoria
Rita Roque

Coordenação Editorial

Lídia Queirós
 
Serviço Educativo
Graça Lacerda, Rita Roque

Equipa de Montagem
Isidro Caldeira, Joaquim Tavares, Octávio Vieira, Paulo Coelho, Paulo Vieira

Técnicos de Audiovisual
Arlindo Santos, Guilherme Dantas, Luís Neves, Telmo Vasco Teixeira
 
Apoio à produção
Joana Simons, Joaquim Aguiar, Maria dos Anjos Cerdeira, Sandra Paulinha
 
Direção Municipal de Cultura e Ciência
 
Diretora Municipal
Mónica Guerreiro
 
Diretora de Departamento
Sofia Alves
 
Serviços administrativos
Eduarda Paiva, Nina Machado

  • mecenas:

  • organização:

  • Fundação Edp
  • Porto.
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Rua D. Manuel II
(Jardins do Palácio de Cristal)
4050-346 Porto
 
+351 226 081 063
galeriamunicipal@cm-porto.pt
fb.me/galeriamunicipaldoporto

Terça - Sábado
10h00-18h00

Domingo
14h00-18h00
 
Encerrado à segunda-feira e feriados
Entrada livre
Visitas Guiadas todos os sábados às 16:00
  • Aula Aberta com Miguel von Hafe Pérez

    21 de julho, sábado, 17h
     "Nestas encruzilhadas da memória divago frequentemente por uma época muito particular: os finais de 1970. Tudo revolve num magma indistinto onde proletários e intelectuais protagonizam radicais mudanças de paradigma na receção e difusão da música na cultura popular. Vislumbro aqueles personagens a frequentar as discotecas de Brooklyn replicando modos inacessíveis do Studio 54, concretizando o sonho de libertação com as suas companheiras mais roliças, menos sofisticadas e cocainómanas. São os meus disco-punks. A força não é destrutiva e niilista, é revertida em passos de dança que se aprimoram ao fim de semana. Saturday Night Fever e a música dos Bee Gees é o mais envolvente cenário do velho mito de empoderamento do mecânico americano com a sua ética de trabalho única. Staying Alive é o outro lado do espelho com menos pó branco daquela que será uma das primeiras experiências da música de dança que abre portas para o techno e seus derivados: a versão de oito minutos de I Feel Love de Donna Summer produzida por Giorgio Moroder e Pete Bellotte. A revolução sindicalista coreografada com jogos de anca sincronizados dos da febre de sábado à noite distancia-se, assim, do cinismo hedonista dos que conseguiam entrar naquela porta número 254 na rua 54 em Manhattan. Tudo isto em 1977. No outro extremo o punk rebentava com inusitada violência e rapidez. Como uma bomba de disseminação de estilhaços contraditórios, híper-velozes e de penetração garantida. Mas, intuo mais do que fundamento, manipulada por uma intelectualização proeminente que não consigo deixar de apontar (de forma completamente subjetiva e irracional até, volto a sublinhar) a Malcolm McLaren. Estranho, tudo isto.

    E no entanto… esta intelectualização da música de energia pura e gestos contraditórios no punk e no pós-punk tem, nos seus protagonistas uma série extensa de atores que vieram, precisamente, do meio artístico. Proletários da imagem ou intelectuais da forma?"

    Excerto do texto "Proletários e Intelectuais", escrito por Miguel von Hafe Pérez para a publicação "O ontem morreu hoje, o hoje morre amanhã"
  • Aula Aberta com Pedro Rocha

    21 de julho, sábado, 18h30
    Natural do Porto e sediado nesta mesma cidade, Pedro Rocha desenvolve atividade na área da curadoria de música e de outras práticas artísticas ligadas ao som desde 1998, e a sua atividade principal tem sido a colaboração com o Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Para esta aula aberta, a proposta é de uma experiência que coloca a audição coletiva de uma seleção de músicas em simultâneo (paralelo, concorrência ou simbiose) com uma navegação entre ideias, pensamentos e escritos literários que podem ou não relacionar-se direta ou indiretamente com a música ouvida. Sugere-se a aproximação a um dispositivo, ainda que hesitante e especulativo, que coloque em alternância o "disc jockey" com o "text jockey". Enquanto a música tenderá principalmente para a exploração dos universos do minimalismo, da repetição e do processual, os textos poderão aparecer de vários lugares: teoria e crítica musical ou artística, filosofia, testemunhos, sociologia e literatura. O que poderá despontar dos encontros e desencontros, das alianças e fricções, entre a música e as palavras?
  • Visita Guiada com Carla Filipe

    22 de julho, domingo, 17h
    "Esta exposição é uma tentativa de construir algo sólido. Contrariar a liquidez e construir alguma memória do presente. E que crie ecos, que afirme que podemos agir, fazer, mapear, contribuir para o coletivo, nunca perdendo a singularidade, que é essa a maior riqueza. Neste projeto para a Galeria Municipal existem várias pessoas, várias formas de ver e olhar o Porto, ou a noite."
     Excerto de texto de Carla Filipe na publicação "O ontem morreu hoje, o hoje morre amanhã"

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