PING!
PINGS!
PINGS! são jovens estudantes entre os 16 e 22 anos que conhecem e acompanham as atividades da GMP, dialogando com as equipas curatoriais, artistas e outros convidados, participando ativamente n quotidiano de uma instituição artística.
 
PINGS! inventam formatos e metodologias de encontro, diálogo e partilha de ideias à medida que vão descobrindo o modo de funcionamento de um centro de arte, as suas agendas e lógicas operativas. 
 
PINGS! darão continuidade ao projeto nas suas turmas e contextos educativos através de visitas guiadas, moderação de conversas, realização de materiais áudio-visuais ou outras modalidades que queiram propor e implementar. 
 
PINGS! irão dialogar e colaborar com investigadores como Marílio Wane, artistas como Paula Pin ou curadores como o Pablo Berástegui, entre outros, através de workshops, conversas e entrevistas no âmbito dos três eixos de programação Gineceu+Estigma, Memória de Elefante e Exodus. Cada sessão pings! será gravada num podcast que conta com a colaboração de Mariana Sardon.
galeria

ping! / pings! / 22 de maio

0.0 Encontro para aquecimento

O encontro denominou-se por 0.0 por ser um primeiro momento de partilha entre participantes. Foram propostas algumas ações de dinâmica de grupo e realizado um percurso onde se dialogou sobre a história e as paisagens dos Jardins do Palácio de Cristal.
 
galeria

ping! / escolas / 1 de julho

0.1 Percurso Exodus com Pablo Berastagui

Os Pings! voltaram a juntar-se, desta vez num percurso EXODUS guiado por Pablo Berástegui. Idealizado pelo diretor do projeto de fotografia documental Salut au monde! e produtor cultural, o percurso deu a conhecer o lado mais a norte do Bonfim, um bairro que se tem vindo a tornar lugar de residência e de trabalho para um número crescente de artistas. A visita a novos projetos e espaços culturais independentes e o diálogo junto dos seus criadores e programadores, permitiu entender de que forma estes projetos se materializam em escalas e estruturas diferenciadas, complementando e contribuindo para o bairro.
 
galeria

ping! / Escolas / 23 de julho

0.2 Workshop com Paula Pin: BIO.TRANS.LAB

O workshop proposto por Paula Pin, insere-se no projeto Bio-trans-lab, um dos módulos da plataforma hackteria.org. Materializado numa carrinha, a CyanoVan é um laboratório de ciências nómada, aberto à experimentação com o corpo e a tecnologia, numa lógica de aprender fazendo. O projecto móvel, que tem percorrido o mundo, procura disseminar e ativar processos científicos abertos à comunidade, trazendo o laboratório queer transhackfeminista ao espaço dos jardins do Palácio de Cristal.

A prática da artista e ativista Paula Pin combina ciência, a biologia e as identidades queer na realização de projetos que assumem a forma de esculturas interativas, instalações, performances, caminhadas e experiências de laboratório, nas quais o corpo se relaciona de formas inusuais com o mundo.
Pin organiza workshops techno-feministas e colabora desde 2012 na extensa rede de bio-hack, Hackteria (que une corpo e natureza). Pin colaborou com instituições como o CERN (European Organization for Nuclear Research), Geneva; Bergen Assembly; Hangar, Barcelona e KASK, Gant.
Local: Jardins do Palácio de Cristal

Cada workshop é destinado a uma única turma.
 
Créditos das imagens: Dinis Santos
galeria

ping! / escolas / 15 de outubro

0.2 Workshop Terrários de Cristal, com Samuel Wenceslau

O artista Samuel Wenceslau tem vindo a fazer incursões aos jardins do Palácio de Cristal para construir uma interpretação arquitetónica e poética do lugar, mas também para recolher plantas que possam germinar no interior de uma caixa wardiana, um terrário oitocentista que recria um ecossistema particular.
No workshop construiram-se micropaisagens, enclausuradas por uma estrutura de ferro e vidro, onde os participantes acrescentaram imagens que revisitam a Primeira Exposição Colonial Portuguesa. Aqui, refletiu-se sobre ideias de posse e de exposição de corpos, mas também sobre objetos domésticos como metáfora para os relicários e coleções pessoais. Em última estância, procurou-se discutir temas como o domínio colonial dos corpos e lógicas padronizadas de beleza e de natureza através destes Terrários de Cristal.
 
O artista Samuel Wenceslau tem um profundo interesse pela natureza, em particular pela botânica brasileira, explorando formas e linhas orgânicas em colagens, desenhos, fotografias, pinturas, objetos e outras criações gráficas. Sendo também diretor artístico e produtor do Coletivo Kebraku, Wenceslau criou o Studiolo Gráfico, um inventário gráfico de formas naturais da flora da América do Sul e, mais recentemente, da Europa. "As minhas chapas têm aparência de botânica, mas as classificações que usei são todas imaginadas", afirma. Além da vertente técnica, demarca-se da botânica tradicional pela recusa da perfeição. Não procura folhas ou flores que estejam intactas, mas aquelas que mostram a "interferência do tempo e da natureza".

Em contínuo

Podcasts com Mariana Sardon

Mariana Sardon vive e trabalha na cidade do Porto. Licenciada em Tecnologias da Comunicação Multimédia, na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto e mestre em Música Interativa e Design de Som, na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Dedica-se às artes visuais e sonoras e investiga arquivos de audio e de imagem. Interessa-se pelos processos técnicos de registo da memória visual e sonora, que explora ao nível ao performance ou da instalação. Actualmente dá também formação em workshops de eletrónica
direccionada para a construção de objectos de criação sonora. 
 

Assine a nossa newsletter