Galeria Municipal do PortoGaleria Municipal do Porto

  • Escolas - Sexta-feira, 31 de maio, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00

    Amuletos para seres mágicos que habitam os jardins - Workshop de construção de amuletos com Oficina Sibila

     O que se pode desvendar nestes jardins repletos de vidas, à vista ou invisível? 
     
    De que forma os podemos habitar, sem que deixem de nos deslumbrar, sem danificar ou transformar? Em grupo, vamos construir amuletos para seres mágicos. 
     
    Já os sentes a espreitar? Durante o dia escondem-se enquanto estamos a passear, mas à noite, com o silêncio, vêm aqui conferir que, enquanto descansavam, protegemos o seu lugar.  
     
    Com a arte proteger, dar três voltas com um cordel, abraçar a árvore e pendurar, dizer as palavras mágicas: “este lugar também é vosso, e dele vamos cuidar”. Com folhas, galhos, ramos, pedras, paus, terra, barro, água e pigmentos naturais, juntamos um aglutinante secreto. O que será?  
     
    E amanhã, será que os seres mágicos que habitam os jardins vão voltar? 
     
    Vens participar?
    Mais informações sobre a Festa da Criança, aqui.

    Local
    Jardins do Palácio de Cristal/Jardim das Cidades Geminadas (à Avenida das Tílias)

    Patricipação livre.

    Oficina Sibila é um projeto de educação artística com raízes na arte contemporânea, com um atelier na Maia, próximo do Porto.  
    Lugar de encontro de gerações, é objetivo da Sibila ampliar o campo de pesquisa de Joana Mendonça – professora, educadora e artista – até à comunidade onde vive, através de parcerias com outros educadores, artistas ou artesãos, e onde se constrói um caminho coletivo. 
    A Oficina Sibila acredita que, na arte contemporânea, se encontram respostas aos maiores conflitos e dilemas da atualidade e nas suas ações desmistifica a aura artística que afasta a arte dos que realmente a desejam.
  • Festa da Criança 2024 - Famílias/Sáb., 1 Jun. 10h-13h, 14h-16h

    Amuletos para seres mágicos que habitam os jardins - Workshop de construção de amuletos com Oficina Sibila

    O que se pode desvendar nestes jardins repletos de vidas, à vista ou invisível? 
     
    De que forma os podemos habitar, sem que deixem de nos deslumbrar, sem danificar ou transformar? Em grupo, vamos construir amuletos para seres mágicos. 
     
    Já os sentes a espreitar? Durante o dia escondem-se enquanto estamos a passear, mas à noite, com o silêncio, vêm aqui conferir que, enquanto descansavam, protegemos o seu lugar.  
     
    Com a arte proteger, dar três voltas com um cordel, abraçar a árvore e pendurar, dizer as palavras mágicas: “este lugar também é vosso, e dele vamos cuidar”. Com folhas, galhos, ramos, pedras, paus, terra, barro, água e pigmentos naturais, juntamos um aglutinante secreto. O que será?  
     
    E amanhã, será que os seres mágicos que habitam os jardins vão voltar? 
     
    Vens participar?
    Mais informações sobre a Festa da Criança, aqui.

    Local
    Jardins do Palácio de Cristal/Jardim das Cidades Geminadas (à Avenida das Tílias)

    Patricipação livre.

    Oficina Sibila é um projeto de educação artística com raízes na arte contemporânea, com um atelier na Maia, próximo do Porto.  
    Lugar de encontro de gerações, é objetivo da Sibila ampliar o campo de pesquisa de Joana Mendonça – professora, educadora e artista – até à comunidade onde vive, através de parcerias com outros educadores, artistas ou artesãos, e onde se constrói um caminho coletivo. 
    A Oficina Sibila acredita que, na arte contemporânea, se encontram respostas aos maiores conflitos e dilemas da atualidade e nas suas ações desmistifica a aura artística que afasta a arte dos que realmente a desejam.
  • Quinta-feira, 6 de junho, das 18h30 às 20h30 - Antas/Bonfim

    Percurso Exodus com Alejandra Jaña

    Um músico, um designer de moda e um artista são aqueles de quem Alejandra Jaña quer falar e mostrar quando pensa no Porto, onde habita há 20 anos. O que têm em comum, ou em particular, Luís Buchinho, João Vieira e Júlio Dolbeth, para que os seus quotidianos e criações sejam uma referência para esta designer gráfica?
     
    Nestas visitas, procuraremos o elo cultural e geracional que liga estes três criadores e, no espaço íntimo dos seus ateliers, teremos acesso às inspirações que depois reconhecemos nos seus discursos criativos.
    Todos os percursos são realizados a pé. 
    Local de encontro a definir.
     
    Inscrições para o email: galeriamunicipal@agoraporto.pt
     
    Alejandra Jaña veio do Chile e ficou no Porto. Ao longo dos últimos anos, tem estado envolvida na criação de espaços de partilha de conhecimento no design e suas interseções. Foi docente da disciplina de Estudos Aplicados em Tipografia em 2008 na ARCA em Coimbra e, entre 2009 e 2012, ministrou o módulo de Design Gráfico e Projetos Editoriais por convite na FBAUP, no âmbito do Mestrado em Design Gráfico e Projetos Editoriais. Em 2012, co-fundou o coletivo We Came from Space, uma plataforma de investigação e troca de conhecimento na área do design e produção gráfica. Em 2012, no âmbito da Guimarães 2012 - CEC, co-criou o Editoria que juntou designer’s e artesão na re-interpretação do artesanato do Vale do Ave. Em 2023, juntamente com Ana Carvalho, José Roseira e Paulo Mendes, abriram no Porto a Editoria, um espaço de curadoria de edição de ideias, discursos, debates, obras e casos em formas e suportes variados.
  • pings! / Sábado, 29 de junho, das 15 às 18 horas | Memória de Elefante

    0.4 Corpografias Reimaginadas: dialogar com/contra o arquivo da 1ª Exposição Colonial Portuguesa - Workshop de fanzines com Marcela Pedersen e Rafael Campos

    Corpografias podem ser cartografias com/do corpo nos/dos espaços. É um conceito criado para se estabelecerem conexões entre as escalas do corpo e da cidade, e que se podem manifestar em diversos formatos. 
     
    Os Jardins do Palácio de Cristal revelam um espaço de memória que carrega marcas e reminiscências da história colonial portuguesa. Neste workshop, propomos analisar essa relação – espaço-memória - ao tensionar os nossos corpos com o arquivo da Primeira Exposição Colonial Portuguesa, com o objetivo de problematizar as presenças e ausências que permeiam tanto os Jardins do Palácio de Cristal, como o espaço público da cidade, estando em constante atualização de um pensamento colonial. 
     
    Convidamos as participantes a compor Corpografias Reimaginadas através da elaboração de uma fanzine, incentivando uma reflexão sobre o passado e questionando gestos reparativos que imaginem possibilidades de futuros mais justos, plurais e horizontais.
    Local
    Jardins do Palácio de Cristal

    Marcela Pedersen (ela/dela), nascida em Rio Claro, interior de São Paulo (Brasil), vive atualmente no Porto. Educadora e pesquisadora em Educação Artística, integra o Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade (i2ADS). Atualmente, faz o doutoramento em Educação Artística na FBAUP. Os seus interesses e práticas de pesquisa questionam as possibilidades de práticas de mediação e educação aliadas às lutas antirracistas, antidiscriminatórias, anticoloniais e críticas à branquitude. 
     
    Rafael Campos (ele/dele) é mestrado em arquitetura, performer e pesquisador brasileiro que, na vida profissional, desloca-se entre os meios artísticos e académicos. Atualmente reside no Porto onde realiza o doutoramento em educação artística pela FBAUP, e doutoramento em arquitetura na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). É bolseiro da FCT em Portugal, pesquisador colaborador no Instituto de Investigação em Arte e Design (i2ADS) e integra o Grupo Quiasma de pesquisas interdisciplinares em Arquitetura, Corpo e Cidade. 
  • Escolas|Professores / data a anunciar

    Corpografias Reimaginadas: dialogar com/contra o arquivo da 1ª Exposição Colonial Portuguesa - Workshop de fanzines com Marcela Pedersen e Rafael Campos

    Corpografias podem ser cartografias com/do corpo nos/dos espaços. É um conceito criado para se estabelecerem conexões entre as escalas do corpo e da cidade, e que se podem manifestar em diversos formatos. 
     
    Os Jardins do Palácio de Cristal revelam um espaço de memória que carrega marcas e reminiscências da história colonial portuguesa. Neste workshop, propomos analisar essa relação – espaço-memória - ao tensionar os nossos corpos com o arquivo da Primeira Exposição Colonial Portuguesa, com o objetivo de problematizar as presenças e ausências que permeiam tanto os Jardins do Palácio de Cristal, como o espaço público da cidade, estando em constante atualização de um pensamento colonial. 
     
    Convidamos as participantes a compor Corpografias Reimaginadas através da elaboração de uma fanzine, incentivando uma reflexão sobre o passado e questionando gestos reparativos que imaginem possibilidades de futuros mais justos, plurais e horizontais.
    Atividade dirigida a professores.

    Local
    Jardins do Palácio de Cristal

    Marcela Pedersen (ela/dela), nascida em Rio Claro, interior de São Paulo (Brasil), vive atualmente no Porto. Educadora e pesquisadora em Educação Artística, integra o Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade (i2ADS). Atualmente, faz o doutoramento em Educação Artística na FBAUP. Os seus interesses e práticas de pesquisa questionam as possibilidades de práticas de mediação e educação aliadas às lutas antirracistas, antidiscriminatórias, anticoloniais e críticas à branquitude. 
     
    Rafael Campos (ele/dele) é mestrado em arquitetura, performer e pesquisador brasileiro que, na vida profissional, desloca-se entre os meios artísticos e académicos. Atualmente reside no Porto onde realiza o doutoramento em educação artística pela FBAUP, e doutoramento em arquitetura na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). É bolseiro da FCT em Portugal, pesquisador colaborador no Instituto de Investigação em Arte e Design (i2ADS) e integra o Grupo Quiasma de pesquisas interdisciplinares em Arquitetura, Corpo e Cidade. 
  • Qua-Sáb, 3 e 5 Jul, 18h-20h & 6 Jul, 10h-17h

    Uma Ideia leva a outra - Workshop de ideias, ações e movimento com Gustavo Ciríaco

    "O ato de associar nas práticas artísticas. O que leva uma coisa à outra? Do que levamos de um dia, outros dirão, de uma vida? Como conjugar aquele sorriso que cruzamos na rua com a massa que tenho diante das mãos, ao alcance da imaginação, mergulhado nas matérias do mundo, da oficina, da mesa, do caderno? A poesia de uma fala, a fala de uma voz, a voz de uma época, a época de um assombro, o assombro de um olhar, o olhar de um pensamento, o pensamento da matéria, a matéria do invisível, o invisível do que foge, te encontra, te faz perdurar no tempo. 
     
    Inspirado em artistas e pensadores que encontraram no ensaio a forma de suas potências, o campo da sua lavoura, pretendo compartilhar alguns pensamentos, algumas práticas relacionadas à paisagem, sua fruição e a sua imaginação, e à produção poética que me tem guiado nos meus trabalhos de cruzamento, imersão e folia melancólica."
     
    Este workshop foi redesenhado a pensar nos Jardins do Palácio de Cristal, nas suas memórias e na sua envolvente urbana de baldios e da água do rio. 
    Para além das três sessões de trabalho, será proposto um percurso para os jardins a partir das relações, referências e arquivos que foram convocados nesta coletividade. 
    Local
    Jardins do Palácio de Cristal
     
    A participação no workshop implica inscrição prévia e a presença em todas as atividades do projeto.
     
    A seleção das pessoas participantes será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.

    Gustavo Ciríaco nasceu no Rio de Janeiro a viver atualmente em Lisboa. É coreógrafo e artista transdisciplinar que transita entre a dança e as artes visuais, passando por projetos expositivos e intervenções onde a experiência é o motor da partilha com o público. 
    Com um caráter site-specific, as suas obras fomentam o diálogo entre contexto e arquitetura, geografia e habitação, realidade e ficção, numa pesquisa contínua sobre os campos extensivos da arte de fazer danças. Suas obras foram vistas em festivais como Crossing the Line/N.Iorque; Casa Encendida/Madrid; Museu Serralves/Porto; Mercat de Flors/Barcelona; Al-Mammal Foundation/Jerusalém; TWS/Tóquio; DAC/Taipé; Haus der Kulturen der Welt/Berlim; Panorama/Rio; FADJR/Teerão; Nave/Santiago, San Art/Saigão.
    Este workshop marca o início da comemoração de 30 anos de uma carreira de Gustavo Ciríaco, a festejar entre 2025-2026.

    Imagem: Sara Pinheiro
  • Sáb, 6 Jul, 15h-17h

    Uma Ideia leva a outra - Apresentação dos resultados e Percurso para os Jardins com Gustavo Ciríaco

    "O ato de associar nas práticas artísticas. O que leva uma coisa à outra? Do que levamos de um dia, outros dirão, de uma vida? Como conjugar aquele sorriso que cruzamos na rua com a massa que tenho diante das mãos, ao alcance da imaginação, mergulhado nas matérias do mundo, da oficina, da mesa, do caderno? A poesia de uma fala, a fala de uma voz, a voz de uma época, a época de um assombro, o assombro de um olhar, o olhar de um pensamento, o pensamento da matéria, a matéria do invisível, o invisível do que foge, te encontra, te faz perdurar no tempo. 
     
    Inspirado em artistas e pensadores que encontraram no ensaio a forma de suas potências, o campo da sua lavoura, pretendo compartilhar alguns pensamentos, algumas práticas relacionadas à paisagem, sua fruição e a sua imaginação, e à produção poética que me tem guiado nos meus trabalhos de cruzamento, imersão e folia melancólica."
     
    Este workshop foi redesenhado a pensar nos Jardins do Palácio de Cristal, nas suas memórias e na sua envolvente urbana de baldios e da água do rio. 
    Para além das três sessões de trabalho, será proposto um percurso para os jardins a partir das relações, referências e arquivos que foram convocados nesta coletividade. 
    Gustavo Ciríaco nasceu no Rio de Janeiro a viver atualmente em Lisboa. É coreógrafo e artista transdisciplinar que transita entre a dança e as artes visuais, passando por projetos expositivos e intervenções onde a experiência é o motor da partilha com o público. 
    Com um caráter site-specific, as suas obras fomentam o diálogo entre contexto e arquitetura, geografia e habitação, realidade e ficção, numa pesquisa contínua sobre os campos extensivos da arte de fazer danças. Suas obras foram vistas em festivais como Crossing the Line/N.Iorque; Casa Encendida/Madrid; Museu Serralves/Porto; Mercat de Flors/Barcelona; Al-Mammal Foundation/Jerusalém; TWS/Tóquio; DAC/Taipé; Haus der Kulturen der Welt/Berlim; Panorama/Rio; FADJR/Teerão; Nave/Santiago, San Art/Saigão.
    Este workshop marca o início da comemoração de 30 anos de uma carreira de Gustavo Ciríaco, a festejar entre 2025-2026.

    Imagem: Natália Viroga
  • pings! / Quinta-feira, 11 de junho, das 17h30 às 19h30 | Gineceu & Estigma

    0.5 Corpos e Linguagem para um jardim e uma cidade: Workshop de dança com Melissa Pérez Sousa

    Este workshop está dividido em dois momentos, para dois lugares: os Jardins do Palácio de Cristal e a envolvente urbana da Galeria Municipal do Porto. 
     
    Mediante o espaço temporal de um corpo em movimento, serão propostas novas formas de representação da arquitetura e da linguagem social de uma cidade. 
    Como se pode exibir a dança no espaço público? Se a cidade é atravessada por diferentes tempos, de carro, a pé, de bicicleta, como se pode dar uma determinada velocidade a corpos que dançam? Uma praça, um jardim, ou um edifício público têm diferentes escalas e lógicas de ocupação, neste workshop vamos ensaiar essas variações e contaminar cada lugar com a nossa passagem.
    Melissa Pérez Sousa nasceu e cresceu na Venezuela. Estudou Interpretação em Dança Contemporânea em Caracas e Danças sociais da Diàspora Africana (Tambor Urbano, HipHop, House, Sapateado e Percussão Corporal) em Nova Iorque. Como intérprete, trabalhou com Sandrine Lescourant, Dana Foglia, Ladies of Hip Hop Festival, Escola Alvin Alley, Jorge Gonçalves, Joclécio Azevedo, Catarina Campos, Marco da Silva Ferreira, Jonas & Lander, Bouziane Bouteldja, Jep Melendez. É criadora de En el Vacío (2017) e co-criadora de BOWND (2019) e PLAYGROUND. 
     
    A partir de Matosinhos e do Porto, funda com Catarina Campos o projeto pedagógico YOLK – Free Styler Dance Project com foco na improvisação, através de Danças Street e Club que acontecem no espaço público urbano. Atualmente está a desenvolver o projeto a solo TAMBOR que esteve recentemente em residência artística no Campus Paulo Cunha e Silva.

    Imagem: Renato Cruz Santos
  • pings! / Sexta-feira, 13 de setembro, das 17h30 às 19h30 | Gineceu & Estigma

    0.6 Corpos e Linguagem para um jardim e uma cidade: Workshop de dança com Melissa Pérez Sousa

    Este workshop está dividido em dois momentos, para dois lugares: os Jardins do Palácio de Cristal e a envolvente urbana da Galeria Municipal do Porto. 
     
    Mediante o espaço temporal de um corpo em movimento, serão propostas novas formas de representação da arquitetura e da linguagem social de uma cidade. 
    Como se pode exibir a dança no espaço público? Se a cidade é atravessada por diferentes tempos, de carro, a pé, de bicicleta, como se pode dar uma determinada velocidade a corpos que dançam? Uma praça, um jardim, ou um edifício público têm diferentes escalas e lógicas de ocupação, neste workshop vamos ensaiar essas variações e contaminar cada lugar com a nossa passagem.
    Melissa Pérez Sousa nasceu e cresceu na Venezuela. Estudou Interpretação em Dança Contemporânea em Caracas e Danças sociais da Diàspora Africana (Tambor Urbano, HipHop, House, Sapateado e Percussão Corporal) em Nova Iorque. Como intérprete, trabalhou com Sandrine Lescourant, Dana Foglia, Ladies of Hip Hop Festival, Escola Alvin Alley, Jorge Gonçalves, Joclécio Azevedo, Catarina Campos, Marco da Silva Ferreira, Jonas & Lander, Bouziane Bouteldja, Jep Melendez. É criadora de En el Vacío (2017) e co-criadora de BOWND (2019) e PLAYGROUND. 
     
    A partir de Matosinhos e do Porto, funda com Catarina Campos o projeto pedagógico YOLK – Free Styler Dance Project com foco na improvisação, através de Danças Street e Club que acontecem no espaço público urbano. Atualmente está a desenvolver o projeto a solo TAMBOR que esteve recentemente em residência artística no Campus Paulo Cunha e Silva.

    Imagem: Renato Cruz Santos
  • Junta-te ao coletivo!

    0.0 Sê ping!

    Se tens entre 16 e 22 anos e queres participar nas atividades da Galeria, percorrer os espaços de arte na cidade, ou frequentar workshops orientados por diferentes artistas e pensadores, basta enviares um mail para galeriamunicipal@agoraporto.pt. 
    O coletivo PINGs! aceita candidaturas em permanência.
  • Em contínuo

    Exodus para escolas

    Para participar no Exodus podem inscrever-se todas as turmas interessadas, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
    Todos os percursos são realizados a pé. 
    Local de encontro a definir.
     
    Quinta e sexta, 10-13h e 14-18h. Duração: 120min
  • Visitas-Pavão às Exposições

    Visitas-Pavão às Exposições

    Para participar nas Visitas-Pavão podem inscrever-se todas as turmas interessadas, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
    Quartas, quintas e sextas-feiras, das 10 às 13 horas e das 14 às 18 horas.
     
    Duração: 90 min. 
  • Visitas-Pavão aos Jardins

    Visitas-Pavão aos Jardins

     Para participar nas Visitas-Pavão podem inscrever-se todas as turmas interessadas, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
     Quartas, quintas e sextas-feiras, das 10 às 13 horas e das 14 às 18 horas.
     
    Duração: 90 min.
  • Em contínuo

    Podcasts com Mariana Sardon

    A artista sonora Mariana Sardon tem vindo a acompanhar as atividades do PING! – juntamente com o grupo de PINGS! – que, em conjunto, se juntam para captar os sons e conversas de artistas e pensadores que integram o programa educativo de cada ano.
    Mariana Sardon vive e trabalha na cidade do Porto. É licenciada em Tecnologias da Comunicação Multimédia, na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto e mestre em Música Interativa e Design de Som, na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Dedica-se às artes visuais e sonoras e investiga arquivos de audio e de imagem. Interessa-se pelos processos técnicos de registo da memória visual e sonora, que explora ao nível ao performance ou da instalação. Actualmente, Mariana Sardon dá também formação em workshops de eletrónica direccionada para a construção de objectos de criação sonora.

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