Outros Programas
Para além dos Programas Públicos das Exposições e dos Colectivos Pláka, a Galeria Municipal do Porto promove, paralela e esporadicamente, outras iniciativas que visam fomentar o debate e a reflexão sobre temáticas da arte e da cultura contemporâneas.

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Cristina Mateus

Cristina Mateus  foi, durante muito tempo, uma artista-mulher num grupo maioritariamente feito de artistas-homens. É nessa altura que se aproxima da multimédia, atraída pelas exigências tecnológicas que a multidisciplinaridade desta linguagem artística impunha nos anos 90. O cinema de Kiarostami, de Agnés Varda e de Pedro Costa levam-na a perceber que o trabalho se faz fora do atelier, muitas vezes na estrada, a conduzir, ou no registo de uma caminhada. 
A rotina da investigação foi fundamental para perceber “que a noite é construtora e que o dia é de acumulação”. E é neste ciclo que os trabalhos são fotografias do equipamento que usa para recolher imagens, como as máquinas de filmar, e da escrita para o doutoramento, como o ecrã do computador. 
 
—"O trabalho artístico não está nos sítios onde se espera que esteja.”, diz-nos
 
Além de artista, Cristina Mateus é também professora na FBAUP. Aí, centra-se nos processos de criação de significados e sentidos, trabalhando na criação de uma escola de artes mais “leve”, adaptada a questões como a neurodiversidade e inclusão. 
Com vontade de descobrir, revisitar e aproximar-se da comunidade de artistas do Porto, a GMP lança as Visitas de estúdio 👁. De modo informal e curioso, a nossa equipa visita os ateliers e espaços de criação do Porto.

Quarta-feira, 18 de maio, às 17h

Percurso com Ellen Lima: Oby - Gentes verdes

A Galeria Municipal do Porto está localizada nos jardins do Palácio de Cristal e tem dedicado a sua programação à arte contemporânea, mas também a uma prática artística e de pensamento relacionada com a Botânica. 
 
No Dia Internacional dos Museus—que coincide com o Dia Internacional do Fascínio pelas Plantas—convidamos a visitar os jardins do Palácio através do olhar e voz da poeta e ativista indígena Ellen Lima. O percurso incitará a uma reflexão sobre temporalidade ancestral e contemporânea, mas também a pensar perspetivas não ocidentais de entendimento e relacionamento com a Natureza.
A participação requer a inscrição, gratuita, através do email galeriamunicipal@agoraporto.pt.

Image: Ellen Lima

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Letícia Maia

Qual a relação entre corpo, poder e performance? Esta questão tornou-se central no trabalho de Letícia Maia, artista que reside em Portugal desde 2019 e que articula a sua formação em “Artes do Corpo”, em São Paulo, com o projeto de mestrado em Artes Plásticas, pela FBAUP, no Porto.
 
É através da performance, mas também da fotografia, vídeo e objetos, que a artista explora “o corpo como problema”. Cruza exercícios e coreografias, desdobrando conceitos teóricos como o de “corpos-dóceis”, para questionar a construção social do corpo.
 
Das ações de Letícia disparam poéticas que nos desafiam a repensar o mundo e as suas normas. Talvez, até, “aprender a desobedecer”.

www.cargocollective.com/leticiamaia
Com vontade de descobrir, revisitar e aproximar-se da comunidade de artistas do Porto, a GMP lança as Visitas de estúdio 👁. De modo informal e curioso, a nossa equipa visita os ateliers e espaços de criação do Porto.

Anna Zvyagintseva

Encontros à Superfície

Encontros à Superfície é o mais recente projeto expositivo da Galeria Municipal do Porto, e traz para o exterior do edifício intervenções de quatro artistas da Ucrânia que, entre abril e dezembro de 2022, irão partilhar a sua realidade com a cidade através das imagens e impressões transmitidas em cada obra.
 
A primeira peça exibida é “the same hair”, da artista Anna Zvyagintseva (1986, Dnipro, Ucrânia), que tem vindo a trabalhar temas como o corpo, explorando a fragilidade da vida através de momentos intangíveis fugidios.
 
Encontros à Superfície contará ainda com as contribuições das artistas Catherina Lisovenko e Alevtina Kakhidze e da dupla 12345678910 Studio (Yevhenii Obraztsov e Anastasiia Omelych).
 
Cada imagem será interpretada graficamente pela artista e designer Irina Pereira, um gesto que cria uma zona de encontro liminar, produzindo um espaço de partilha entre realidades e experiências distintas.
 

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Tales Frey

Fomos ao atelier de Tales Frey no espaço Túnel, uma antiga gráfica em Campanhã, convertida num estúdio partilhado entre artistas.
 
A viver no Porto desde 2008, Frey recorre à performance como principal meio de expressão plástica e discursiva, cruzando o vídeo, a escultura ou a escrita. Alguns dos seus trabalhos mais recentes, como a performance colaborativa “Veste Única”, exploram sínteses estéticas sobre a noção de viver em coletivo, refletindo nas possibilidades de construção de um corpo comum. Tem vindo a explorar novos desafios conceptuais e estéticos, incluindo na sua produção artística uma dimensão documental, gráfica e sígnica.
 
É representado pela Galeria Verve, em São Paulo e pela Shame, em Bruxelas, e até ao dia 7 de maio, podemos visitar a sua exposição ”Indexxx” na Galeria Ocupa, no Porto.
Com vontade de descobrir, revisitar e aproximar-se da comunidade de artistas do Porto, a GMP lança as Visitas de estúdio 👁. De modo informal e curioso, a nossa equipa visita os ateliers e espaços de criação do Porto.

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Paralaxe

Do estudo dos planetas, à sismologia ou meteorologia, o núcleo de investigação PARALAXE explora os lugares alheios à prática artística, incentivando artistas a ocupar e repensar estes espaços.
 
Fomos ao encontro da Carolina Grilo Santos, Diana Geiroto e Luisa Abreu, que criaram o Paralaxe em 2019, contando já com uma segunda edição. A primeira, ocupou o Instituto Geofísico da Universidade do Porto, estando o segundo ciclo a decorrer no Observatório Astronómico Prof. Manuel de Barros, em Gaia.
 
Entre o Círculo Meridiano de Espelho e o Grande Telescópio, os artistas tornaram o território e o equipamento científico num laboratório cruzado que abrirá portas já no próximo dia 7 de maio às 17h00, com uma exposição dos trabalhos desenvolvidos em residência por Beatriz Sarmento, Bruno Silva, Carlos Mensil, Ece Canli, H0b0, Joana Ribeiro e Juliana Campos.

 
Com vontade de descobrir, revisitar e aproximar-se da comunidade de artistas do Porto, a GMP lança as Visitas de estúdio 👁. De modo informal e curioso, a nossa equipa visita os ateliers e espaços de criação do Porto.

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Gata da Mata

Fomos ao encontro das Gata da Mata, um projeto de conhecimento e partilha sobre comida e territórios, que nasce do fascínio de Aija Repsa e Elīna Štoļde pela natureza e culinária.
 
Ao longo de vários anos, as duas cozinheiras “de formação e coração” foram acumulando saberes e partilhando experiências sobre plantas silvestres, cogumelos e bactérias.
 
Vindas da Letónia há cerca de 10 anos, foi nas praias do Norte que iniciaram uma nova investigação e recolha de algas atlânticas. Gata da Mata organiza percursos em horas de maré baixa, workshops de fermentação e publicações regulares sobre espécies vegetais, e têm vindo a estabelecer redes com a comunidade, através de projetos “faça-você-mesmo”, enraizados na vontade de mudar comportamentos de vida e hábitos alimentares, fomentando a ligação entre comunidade e biodiversidade.
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Thais de Menezes

Cor, palavras de ordem e Samba — assim é o atelier no Porto da artista Thais de Menezes.
 
A sua obra cresce em paralelo com a investigação histórica e plástica que desenvolve no Mestrado em História da Arte, na FCSH-Universidade Nova de Lisboa, em torno das diferentes dinâmicas da “construção do outro”. A partir das peças "Cabeça de preto", de Soares dos Reis, Thais questiona as narrativas hegemónicas da história da arte nas quais pessoas e corpos negros são capturados como categorias iconográficas.
 
A abordagem crítica e necessária de Thais cruza leituras interseccionais, feministas e descoloniais, propondo novas configurações e experiências. É o caso das suas pinturas "ORÍ de Preto"—sendo “ORÍ” um prefixo Iorubá que significa cabeça—com as quais contrapõe e desafia as representações negras, em contraste com a branquitude imposta ao longo da história.
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Clarice Cunha

Monumentos descartáveis, desdobramentos materiais e diálogos paradoxais, são alguns dos imaginários trabalhados pela artista Clarice Cunha. Natural de São Paulo, Brasil, vive no Porto desde 2019, onde articula, através de uma linguagem híbrida, a sua formação em Arquitetura e Urbanismo e o Mestrado em Artes Plásticas.
 
A partir de observações sobre o território urbano, a formação da paisagem e a materialidade das cidades, Clarice reflete sobre a presença humana e o modo como a sua intensa atividade tem alterado e explorado profundamente os ambientes urbanos e naturais.
 
De um processo de investigação marcado pela recolha e catalogação intensiva, resultam esculturas, instalações e cenografias, que nos remetem para um jogo metalinguístico sobre a falência do mundo, articulada de forma lúdica e simultaneamente crítica.
 
Em 2021, participou no projeto Anuário com a obra “Sondagem”, sendo o seu último projeto “Fábulas sobre a fauna urbana: sala de estar para gatos errantes", uma intervenção para a plataforma Entre Montra, no edifício Parnaso, Porto.

www.claricecunha.com.br
 
Com vontade de descobrir, revisitar e aproximar-se da comunidade de artistas do Porto, a GMP lança as Visitas de estúdio 👁. De modo informal e curioso, a nossa equipa visita os ateliers e espaços de criação do Porto.

Sábado, 9 de abril, 15-18h

A Assembleia das Plantas

Apresentação dos trabalhos desenvolvidos por um conjunto de participantes — Carla Castiajo, Rute Nieto Ferreira, Francisca Patrocínio, Xu Moru e Catarina Braga — ao longo dos últimos meses, em diálogo com o artista Uriel Orlow.

Da coloração com plantas tintureiras a leituras performativas, o momento é aberto à participação do público.

Parte do ping! - Programa de Incursão à Galeria.
 Local: Estufa do Palácio de Cristal, junto à Casa do Roseiral.
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Mariana Vilanova

Como pode a tecnologia tornar-se uma extensão do corpo e da memória? — Talvez seja esta uma das maiores questões que Mariana Vilanova aborda no seu trabalho.
 
Numa viagem digital pelos processos de simulação e reconstrução de imagens, a artista fala-nos sobre as manipulações da memória humana e artificial em peças como “Evoking a Simulated Past”, mas também das premissas do Cosmismo russo, com as quais trabalhou para a sua última exposição “Before and After Us”, no espaço Rampa.
 
A residir no Porto, Mariana Vilanova tem vindo a explorar um diálogo permanente entre espaço e tempo, refletindo sobre o impacto do digital na apreensão de informação e numa produção de imagens que fundem a representação do visível com a poética da escala.
 
www.marianavilanova.com
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Joana da Conceição

Camélias psicadélicas, ecos feministas da Antiguidade Clássica, mãos do Yoda com manicure, geometria delirante — estes são alguns dos fragmentos da obra multifacetada da artista Joana da Conceição.
 
Natural do Porto e a residir atualmente em Lisboa, após um periodo de residência em Nova Iorque, a artista tem uma prática sincrética, sendo também fundadora, com André Abel, dos Tropa Macaca, um dos duos musicais mais ativos no país.
 
Durante a nossa visita ao seu estúdio, numa antiga e pitoresca associação cultural em Lisboa, conversamos sobre o seu amor pelas formas e imaginários da pré-história, a sua relação entre imagens e sons, e a sua mais recente exposição, no Quérela, onde criou um ambiente intimista e cenográfico com pinturas e sons, que também visitamos.
 
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Alisa Heil

Fomos visitar "Tiresias Und Der Kleine Tod", a exposição/instalação da artista Alisa Heil no Espaço Mira. Partindo da mitologia grega de Tiresias, profeta cego de Apolo em Tebas, que durante sete anos foi transformado em mulher, Heil criou um ambiente imersivo e sensorial, onde os elementos materiais e as composições lumínicas, sonoras e olfativas nos envolvem, transformando a nossa experiência percetiva. A visita foi feita em conjunto com a curadora Fernanda Brenner, diretora artística da plataforma Pivô Arte e Pesquisa, em São Paulo.
 
Natural da Alemanha, Alisa Heil reside no Porto, trabalhando ocasionalmente sob o pseudónimo de Abraham Winterstein, uma conjugação dos nomes de solteira das suas duas avós. Heil interessa-se sobre a representação feminina na mitologia e cultura popular, refletindo-a através da sensorialidade dos materiais. Desde 2017 gere a programação do espaço de arte independente Kunsthalle Freeport, no Centro Comercial Stop.

www.alisaheil.net
 
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Samuel Wenceslau

“Mancha também é beleza”, ensina-nos Samuel Wenceslau. Artista originalmente de Nova Lima (Brasil) e atualmente residente no Porto, recebeu-nos na sua casa-estúdio-estufa que acolhe plantas e imagens de plantas, arquivos e cenografias, memória e descoberta, afetos e pesquisa. 
 
Durante a nossa Visita de estúdio, falámos sobre a sua relação com a botânica e descobrimos as nomenclaturas afetivo-formais que tem vindo a criar através de representações gráficas de plantas e musgos. No seu projeto “Studiolo Gráfico / Inventário Gráfico de Formas Naturais”, Samuel combina elementos da paisagem de Minas Gerais e do Norte de Portugal. 
 
Além de artista visual, Samuel é também a “Rainha da Sucata”, colecionando objetos abandonados nas ruas e integra o coletivo Kebraku.
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Paula Pinto

Visitamos o atelier da curadora Paula Parente Pinto, co-curadora da exposição "Que Horas são Que Horas / Uma Galeria de Histórias" que decorreu na Galeria Municipal do Porto em 2021. A sua pesquisa transdisciplinar centra-se na investigação histórica e na recuperação e ativação de arquivos.
 
Durante a nossa visita, Paula Parente Pinto mostrou-nos o trabalho que está a desenvolver em torno do espólio de performance do crítico de arte Egídio Álvaro. Os vários materiais que constituem o espólio, originalmente arquivado em Paris, foram trazidos para o Porto pela curadora, e estão agora a ser investigados, restaurados e catalogados. Serão em breve partilhados através de um programa de atividades no espaço RAMPA, um projeto desenvolvido graças a uma bolsa de apoio Criatório 2021.
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Svenja Tiger

Fomos ao Bonfim visitar o atelier de Svenja Tiger, artista participante na última edição do projeto Anuário.
 
Formada em figurinismo e belas artes, @svenjatiger concebe o têxtil como uma forma de pintura em que celebra a multiplicidade dos corpos, dando forma às suas possíveis mutações.
Influenciada por fábulas, lendas populares, mitologias e ficções, a artista cruza o real e o folclore, o humano, o animal e o natural em obras em que o corpo é veículo, adorno e movimento.
 
www.svenjatiger.com
 
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Pedro Moreira

Visitamos o Sarau Studio onde trabalha Pedro Moreira, cuja prática artística explora questões de identidade. Combinando teologia, mitologia e esoterismo, Pedro Moreira cria formas e seres imaginários que emergem organicamente dos seus vídeos, instalações, performances e esculturas em cerâmica.

www.pedmoreira.com
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Revisitar o Programa Educativo

Uma análise às Exposições Coloniais, por Bambi Ceuppens

Em maio deste ano recebemos a antropóloga e curadora Bambi Ceuppens para uma conferência que se debruçou na análise das Exposições Coloniais do Porto, em 1934, e de Bruxelas, em 1958, incidindo sobre a problemática dos zoos humanos e sobre as implicações éticas destes eventos na contemporaneidade.
 
O momento, apresentado no auditório da Biblioteca Municipald Almeida Garret, integrou o eixo "Um Elefante no Palácio de Cristal", com curadoria de Alexandra Balona, Melissa Rodrigues e Nuno Coelho com InterStruct Collective. Parte do ping! – Programa de Incursão à Galeria.
13 de maio, 2022

Sábado, 29 de janeiro, 17h

Lançamento da sétima edição da Contemporânea

No próximo sábado acontece o lançamento da versão impressa da sétima edição da Contemporânea. A sessão contará ainda com a presença de Eduarda Neves, Maria Coutinho e Susana Ventura.
Local: Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett
Hora: 17h
 
Para participar deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento no balcão da GMP. 
 
Reserva antecipada através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
 
A entrada requer a apresentação do certificado digital de vacinação ou de recuperação válidos, ou certificado de testagem negativo (teste PCR realizado 72h antes ou teste antigénio realizado 48h antes).

30 de agosto a 13 de setembro, 21h30

Ciclo de Cinema Lynn Hershman Leeson na Feira do Livro do Porto

Technocistem: corpo e tecnologia na obra feminista de Lynn Hershman Leeson 

No âmbito da Feira do Livro do Porto, será este ano apresentado um ciclo dedicado à obra fílmica de Lynn Hershman Leeson. Em cinco sessões, propõe-se mostrar a forma como, através de obras de ficção e documentais, a artista antecipou visualidades e conceitos que marcam práticas artísticas contemporâneas e explorou problemáticas culturais que hoje são incontornáveis.
 
Curadoria:
Guilherme Blanc (Diretor – Arte contemporânea e Cinema, Ágora E.M)


DOM, 30 AGO
Intro: Commercial for a New York Hotel Room
EUA, 1974, 2’
Seduction of a Cyborg
EUA, 1994, 7’
VertiGhost
EUA, 2017, 13’
ShadowStalker
EUA, 2019, 10’

Apresentado por:
Sara Castelo Branco (Curadora / Investigadora)
Kitty Furtado (Investigadora no CES – UC / Membro do Núcleo Antirracista do Porto)


TER, 1 SET
Conceiving Ada
EUA, Alemanha, 1997, 85’

Apresentado por:
Né Barros (Coreógrafa / Diretora Artística do Balleteatro)


DOM, 6 SET
Strange Culture
EUA, 2007, 83’

Apresentado por:
Joaquim Moreno (Arquiteto / Curador)


TER, 8 SET
Teknolust
Alemanha/EUA/Reino Unido, 2002, 85’

Apresentado por:
Mara Andrade (Bailarina / Coreógrafa)


DOM, 13 SET
!Women Art Revolution
EUA, 2010, 83’

Apresentado por:
Ana Cachola (Investigadora em Estudos Culturais no CECC – UCP)
Entrada livre
Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett

4 de dezembro, quarta-feira, 19h00

Conversa com Jacopo Crivelli Visconti sobre a 34.ª Bienal de São Paulo

Com a “poética da relação” como um de seus conceitos centrais, a 34ª Bienal de São Paulo – “Faz escuro mas eu canto” adota um formato inovador, expandindo-se no espaço e no tempo. Marcada pelo encontro e potencialização mútua entre projeto curatorial e atuação institucional, a próxima edição da Bienal, em 2020, envolve a realização de mostras e ações apresentadas no Pavilhão da Bienal e a articulação com uma rede de mais de 20 instituições paulistas. 

A conversa terá a apresentação da curadora Marta Mestre e é parte do conjunto de apresentações do projeto da 34ª Bienal de São Paulo em instituições internacionais.

Com:
Jacopo Crivelli Visconti, curador-geral da 34.ª Bienal de São Paulo
Marta Mestre

Coprodução: 
Projeto Ymago / Galeria Municipal do Porto

Apoio: 
Direção-Geral das Artes, Ministério da Cultura, Governo de Portugal

Entrada livre
Auditório – Biblioteca Municipal Almeida Garrett

14 novembro, quinta-feira, 19h30

Performance 'Antropocenas' — Rita Natálio & João dos Santos Martins

 © José Carlos Duarte

Here is a lesson: what happens to people and what happens to the land is the same thing.
LINDA HOGAN

- Eu sou uma pessoa doente
- Sofres de quê?
- Alteração climática.

RITA NATÁLIO

Partindo-se da discussão em torno do Antropoceno e da atual crise climática, mas também das cosmologias ameríndias, das etnografias multi-espécie, do racismo estrutural, do blues dos robots e de um tronco de sumaúma cortado para que humanos pudessem dançar sobre ele, Antropocenas é uma colaboração entre Rita Natálio e João dos Santos Martins com a contribuição de diversos agentes nas áreas da ecologia, dança, música, antropologia e artes visuais. Uma palestra dançada onde plantas, pedras, gatos, dildos e relva nas axilas podem ser os principais oradores, onde samambaias discutem os seus direitos jurídicos, sacos de plástico suicidam-se, animais fazem petições contra a sua extinção, jardineiros cortam cabelos de plantas, onde abraçamos ursinhos de poluição, comemos terra. Textualmente, ideias da história de arte e da antropologia contemporânea misturam-se, opõem-se, matam-se e esfolam-se para destituir certos ideais de natureza. Antropo ma non troppo.
Conceção e curadoria: Rita Natálio e João dos Santos Martins
Proposta inicial e texto: Rita Natálio
Dança: Ana Pi, Ana Rita Teodoro, João dos Santos Martins
Artes Visuais: Pedro Neves Marques
Música e instrumentos: Winga Kan
Assistência dramatúrgica e de ensaios: Joana Levi
Escultura: Vera Mota
Jardinagem, Topiária: José Vilarinho
Participação especial: Melissa Rodrigues
Luz: Eduardo Abdala Operação: Manuel Abrantes
Som: João Pratas
Produção: Associação Parasita
Coprodução: Materiais Diversos, São Luiz Teatro Municipal, Festival Temps d’Images, Centro Cultural Vila Flor
Apoio: Fundação GDA, Goethe-Institut São Paulo, Departamento de Biologia Vegetal da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa; MARE, Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, Forbo Flooring Systems
Residências: Culturgest, O Espaço do Tempo, Materiais Diversos, Centro de Criação do Candoso, 23 Milhas, Devir Capa, Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas
Parceria: BUALA
Projeto apoiado pelo Ministério da Cultura / Direção-Geral das Artes.

04 novembro, segunda-feira, 19h00

Performance 'oh!rage' — CALIXTO NETO

Inserido no Fórum do Futuro 2019

© Marc Domage


 

14 de julho, sábado, 15h – 17h

Workshop de Rui Bourbon: 'Cartazes Despertos'

Neste workshop para famílias, sugerido para crianças dos 5 aos 12 anos, os participantes desenvolverão cartazes de eventos musicais utilizando a técnica de colagem. Através da apropriação de fontes tipográficas e imagens oriundas de material preexistente – como livros, revistas e cartazes usados –, novos contextos visuais serão criados a partir de jogos de palavras e elementos gráficos.
 

Visita-Oficina Até 18.05.2018 terça a sexta: 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h Entrada gratuita com inscrição prévia

BARCO NEGRO!

 A partir da obra "Barco Negro" será analisado o percurso artístico de João Pedro Vale, escultor que interroga a História, as lendas, a propaganda e as noções de identidade, através do uso de formas culturais e folclóricas. Podemos nós conhecer os limites das nossas ilhas, mergulhar numa atração plástica que vive entre a ficção e a construção do eu e do outro, levantando questões que nos mobilizam?

Destinatários: Ensino Secundário e Profissional

Entrada gratuita com inscrição prévia através 22 6081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

© Ricardo Castelo / Fundação EDP
 

Visita-Oficina Até 18.05.2018 terça a sexta: 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h Entrada gratuita com inscrição prévia

O QUE VAI NA CABEÇA DOS MACACOS?

 Mas afinal o que vai na cabeça dos macacos? A partir da obra ambivalente e irónica "100 macacos sem cabeça", de Francisco Queirós, vamos analisar como esta dialoga com o espaço da exposição, com as outras obras e quais as múltiplas relações que desencadeia.

Destinatários: EB 1º e 2º ciclo

Entrada gratuita com inscrição prévia através 22 6081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

© Ricardo Castelo / Fundação EDP

 

Visita-Oficina Até 18.05.2018 terça a sexta: 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h Entrada gratuita com inscrição prévia

LUZES, SOMBRAS E CORES

Mas afinal o que vai na cabeça dos macacos? A partir da obra ambivalente e irónica 100 macacos sem cabeça, de Francisco Queirós, vamos analisar como esta dialoga com o espaço da exposição, com as outras obras e quais as múltiplas relações que desencadeia.

Destinatários: EB 1º e 2º ciclo

Entrada gratuita com inscrição prévia através 22 6081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt 

© Ricardo Castelo / Fundação EDP
 

Visita-Oficina 13 maio, domingo, 15h00-17h00 Entrada livre

FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

Um jogo de descoberta com base numa seleção de imagens das obras da coleção Pedro Cabrita Reis com propostas variadas de atividades de desenho, pintura e colagem que suscitam cumplicidade em contexto familiar na aproximação à arte contemporânea. 

Destinatários: Famílias 

© Ricardo Castelo / Fundação EDP
 

Visita-Oficina 15 abril, domingo, 15h00-17h00 Entrada livre

FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

Um jogo de descoberta com base numa seleção de imagens das obras da coleção Pedro Cabrita Reis com propostas variadas de atividades de desenho, pintura e colagem que suscitam cumplicidade em contexto familiar na aproximação à arte contemporânea.

Destinatários: Famílias

© Ricardo Castelo / Fundação EDP

 

6 abril, sexta-feira, 17h00

AULA ABERTA com João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira

Destinatários: Escolas de arte, universidades e público em geral

Entrada gratuita com inscrição prévia através 226081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

© Ricardo Castelo / Fundação EDP

 

Visita-Oficina 25 março, domingo, 15h00-17h00 Entrada livre

FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

Um jogo de descoberta com base numa seleção de imagens das obras da coleção Pedro Cabrita Reis com propostas variadas de atividades de desenho, pintura e colagem que suscitam cumplicidade em contexto familiar na aproximação à arte contemporânea.

Destinatários: Famílias

© Ricardo Castelo / Fundação EDP

 

Visita-Oficina 18.02.2018 - dom - 15.00h - 17h00 entrada livre

FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

Criação de um mapa de ideias em família com registo das linguagens das obras expostas e ligações a sons, movimentos e imagens sobre a exposição 10000 anos depois entre Vénus e Marte.

Conceção:
Graça Lacerda

Destinatários:
Famílias

Visita-Oficina Até 16.02.2018 - terça a sexta - 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h Entrada gratuita com inscrição prévia

COLECIONADORES DE AZUL

Sabias que alguns artistas fazem do azul uma narrativa de emoções e sensações? Vamos colecionar todas as ideias sobre a cor azul e os seus significados. Vamos pensar no azul da galeria e conhecer as obras da coleção. Serão elas azuis? Será o nosso corpo azul?
Conceção:
Rita Roque

Destinatários:
EB 1º ao 3º ciclo

Inscrições:
22 6081063 / galeriamunicipal@cm-porto.pt

Visita-Oficina Até 16.02.2018 - terça a sexta - 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h Entrada gratuita com inscrição prévia

AMOR EM VÉNUS, GUERRA EM MARTE

Como surge o gesto amoroso? O que é que dá impulso à guerra? Podemos através da colagem e do desenho imaginar esses dois mundos? O que são 10 000 anos depois entre Vénus e Marte? Nesta oficina vamos valorizar o título da exposição e elaborar um tabuleiro de jogo onde os participantes vão construir esses dois mundos.

Conceção:
Rita Roque

Destinatários:
Ensino Secundário Profissional

Inscrições: 
22 6081063 / galeriamunicipal@cm-porto.pt

Visita-Oficina Até 16.02.2018 - terça a sexta - 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h Entrada gratuita com inscrição prévia

SONAR - Há Sons no Ar?

Qual é a viagem do som na galeria? Quais são as formas que conseguimos encontrar? Vamos viajar com sons e criar um imaginário de formas, feitas de plasticina. Vamos instalar estas pequenas esculturas de silêncio que guardam os ritmos capturados pelo nosso olhar e pelo nosso ouvido.
Conceção:
Rita Roque

Destinatários:
Pré-escolar

Inscrições:
22 6081063 / galeriamunicipal@cm-porto.pt
 

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