Programas
Silvestre Pestana
Silvestre Pestana
Colapso, com curadoria de João Laia
14.03 — 28.06.2026
14.03 — 28.06.2026

Sábado, 14 de março, a partir das 17h
Colapso: Silvestre Pestana
Artista incontornável da arte contemporânea do Porto e figura pioneira da poesia visual, da performance, da videoarte e da arte eletrónica e digital, Silvestre Pestana desenvolve uma prática exploratória desde a década de 1960. A exposição apresenta uma nova instalação de grande escala intitulada Colapso, uma obra que expande a sua análise rigorosa sobre os impactos e escombros da tecnologia na nossa sociedade.

14 de março, entre as 17 e as 20 horas
Colapso: Ativação a partir da peça "Acto Atómico"
A obra Acto Atómico é o primeiro poema-objeto de Silvestre Pestana e consistia num balão de borracha que simbolizava uma explosão atómica e as consequentes repercussões perversas da guerra.
Esta obra, criada em 1969, será ativada numa performace durante a inauguração da exposição, sem aviso prévio, sublinhando o carácter súbito e disruptivo da ação.

Sábado, 28 de março, às 16 horas
Colapso: Visita guiada com o artista Silvestre Pestana
Nesta visita guiada com o artista Silvestre Pestaba, ficaremos a saber mais sobre as obras que apresenta em Colapso, a exposição que apresenta na GMP, com curadoria de João Laia.

Sábado, 4 de abril, às 15h (PT) e 16h (EN)
Visitas guiadas às três exposições
Saibam mais sobre as três exposições patentes na GMP, através de visitas guiadas pela equipa da GMP.

Quinta-feira, 23 de abril, entre as 10 e as 18 horas
Projeção de Computer Poems, de Silvestre Pestana
No contexto do programa público da exposição Colapso, do artista Silvestre Pestana, e integrada na celebração conjunta do 25.º Aniversário do edifício da Galeria Municipal do Porto e da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, é apresentada a série Computer Poems, realizada pelo artista entre 1981 e 1983.
Os Computer Poems são um conjunto de três poemas visuais gerados pelos primeiros microcomputadores, o Spectrum e o Sinclair ZX81. Tratam-se de obras pioneiras da poesia visual através de dispositivos tecnológicos, desenvolvidas no rescaldo da revolução de 1974 e dos experimentalismos levados a cabo no âmbito do grupo PO-EX (Poesia Experimental Portuguesa), no final da década de 1960.
Silvestre Pestana dedica cada um destes Computer Poems a três artistas com grande influência sobre o seu trabalho — E. M. de Melo e Castro e Henri Chopin —, figuras determinantes no campo da poesia visual, experimental e concreta, e ainda Julian Beck, poeta, ator e encenador vanguardista, fundador do histórico Living Theatre.
Obras:
Silvestre Pestana
Computer Poem para ZX81 dedicado a E.M. Melo e Castro, 1981
Vídeo, p/b, s/som, 4:3, 3’55’’.
Ed.1/3
Silvestre Pestana
Computer Poem para ZX81 dedicado a Henri Chopin, 1982
Vídeo, p/b, s/som, 4:3, 4’51’’.
Ed.1/3
Silvestre Pestana
Computer Poem para Spectrum dedicado a Julian Beck, 1983
Vídeo, p/b, s/som, 4:3, 2’38’’.
Ed.1/3
Obras doadas pelo artista à Coleção da Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto, em 2022.

Sábado, 2 de maio, às 15h (PT) e 16h (EN)
Visitas guiadas às três exposições
Saibam mais sobre as três exposições patentes na GMP, através de visitas guiadas pela equipa da GMP.

Sábado, 6 de junho, às 15h (PT) e 16h (EN)
Visitas guiadas às três exposições
Saibam mais sobre as três exposições patentes na GMP, através de visitas guiadas pela equipa da GMP.